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Ginkgo Biloba

Fonte: CozinhaNet

1. NOME CIENTÍFICO: Ginkgo biloba L.

2. NOMES POPULARES

Ginkgo biloba, ginkgoácea, nogueira-do-japão. Ginkgo (alemão, holandês, inglês); ginkyio, icho e ginnan (chinês, japonês); árbol sagrado (espalhol); ginkgo biloba (francês); ginco (italiano); pakgor su (Singapura); ginko (sueco).

3. CONSTITUÍNTES QUÍMICOS

Ácido butanóico, ácido ginkgólico, ácidos graxos, alcanos, antocianina, asoginkgetina, benzenóides, bioflavonóides, caferol, carboidratos, carotenóides, catequina, diterpenos ginkgolídeos A, B, C, J e M, ésteres de ácido cumárico, esteróis fenilpropanóides, ginol, glicosídeos flavonóides (principalmente ginkgobilina, quercetina e isoamnetina), Kaempferol, lactona bilobalida, lipídeos, minerais, quercetina, sitosterol, triterpenos.

Frutos: ácido ginkgólicos, ginol.

4. PROPRIEDADES MEDICINAIS

Adstringente (folhas), anti-helmíntica, antiblenorrágica, antiinflamatória, antioxidante, antiplaquetária, bactericida, béquica, cardiotônica, condicionante, demulcente, digestiva, estimulante da circulação periférica, fungicida, rejuvenescedora, revigorante, tônica, vasodilatadora periférica.

5. INDICAÇÕES

Angiopatias (prevenir); ansiedade; asma; deficiência de audição; inibir crescimento de fungos e bactérias, promover a sensação de bem-estar geral; bronquite; câncer (frutos crus ajudam a combater); recuperar capacidade intelectual; capilares (inibir a hiperpermeabilidade mediada pela bradicinina e histamina); catarro; cefaléia; células (combater a peroxidação lipídica das membranas, ativar o metabolismo energético, tratamento profilático do envelhecimento); cérebro (irrigação deficiente, isquemia, prevenir edema); circulação (distúrbios arteriais); má circulação sanguínea; inibir a desnutrição do colágeno; melhorar concentração; batida irregular do coração (arritmia); despolimerização do ácido hialurônico; digestão; doença de Raynaud; aumentar energia sexual; enxaqueca; extremidades (dor, palidez, cianose, sensação de frio); feridas; prevenir certas formas de flebites; furúnculos, gonorréia; incontinência urinária; prevenir infecções; inibir o PAF (fator ativado de plaquetas, presente em alergias como a asma); prevenir isquemia cerebral ou periférica; labirintite; membros inferiores (reduzir fadiga, artrite, cansaço e sensações de peso); recuperar ou melhorar a memória de pessoas idosas; normalizar o metabolismo energético, melhorando a utilização dos glicídios; micro varizes; nível cerebral (aumentar o consumo de glicose e oxigênio, aumentando a síntese de ATP); olhos; doenças, envelhecimento, sardas e manchas na pele; melhorar a performance intelectual; manter a perfusão tissular; problemas respiratórios; processos vasculares degenerativos; combater radicais livres; auxiliar a depuração de resíduos metabólicos; aumentar a resistência capilar; aumentar a resistência do organismo; ressaca alcoólica; rinite crônica; rouquidão; tratamento e prevenção de rugas; melhorar propriedades fluídicas e diminuir a viscosidade do sangue; ativar sistema circulatório; tonturas; tônus vascular; tosse; tuberculose; úlceras estomacais; úlceras varicosas; vasos arteriais dos membros (efetua vaso dilatação); reduzir vertigens; reduzir zumbidos.

O ginkgolídeo B (sintetizado em laboratório): evitar a rejeição de transplante de órgão e contra choque asmática e intoxicações.

6. PARTE UTILIZADA: Folha, frutos e semelhantes.

7. CONTRA-INDICAÇÕES / CUIDADOS

Na forma de banhos ou massagem corporal por gestantes.

Na gravidez, em caso de deficiência hepática e problemas de coagulação. Possíveis interações em terapias com antiagregantes e anticoagulantes. Não associe a tratamentos com Alho e Salgueiro que têm um antiagregante de ação forte. 

8. EFEITOS COLATERAIS

O contato com a parte externa da semente (sem lavagem) e com a casca da árvore pode causar náuseas e dermatites de origem alérgica, o que se deve à presença de substâncias como o ácido butanóico e o uruxiol.

Podem ocorrer efeitos colaterais, principalmente em casos de preposição alérgica, como: distúrbios gastrintestinais, transtornos circulatórios, incluindo queda da pressão arterial, cefaléia ou reações cutâneas.

O excesso pode causar dermatite, enxaquecas, diarréias e vômitos.

9. MODO DE USAR

Uso interno:

- Pó das folhas: 600 a 900mg ao dia, em 3 doses, antes das refeições;

- Extrato seco: 120 a 160mg ao dia;

- Sementes: asma, tosse com flegma espessa, e incontinência urinária;

- Com Tilia spp. e Vinca maior ou Crataegus laevigata: desordens circulatórias;

- Com Melilotus officinalis: complicações venenosas (folhas);

- Com Ephedra spp., Tussilago farfara, e folhas de Morus Alba: asma e tosse (semestres);

- Extrato das folhas secas: cérebro, olhos, coração e outros órgãos.

Uso externo:

- Fito-cosmético (cremes, xampus, sabonetes):

- Extrato glicólico: 5 a 10%;

- Extrato seco 0,2 a 2%;

- Emplasto das folhas: furúnculos.

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