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Gordura Trans

Fonte: CozinhaNet

No início do mês, os Estados Unidos, através do FDA, determinaram que todos os processadores de alimentos deverão incluir nos rótulos de seus produtos a quantidade de gordura trans utilizada. Isso porque foi constatado que esse tipo de gordura, assim como as gorduras saturadas, aumentam os riscos de doenças cardíacas e contribuem para a obesidade.

Essa decisão do governo americano está fazendo com que a indústria alimentícia busque alternativas para reduzir o percentual de gordura trans ou, de preferência, tornar seu produto um zero trans. Hoje, as gorduras trans são encontradas em milhares de produtos incluindo biscoitos, salgadinhos, batatas fritas, empanados de frango, margarinas, entre outros.

Alguns cientistas consideram as gorduras trans piores que as gorduras saturadas, pois elas não somente elevam o nível de lipoproteínas e mal colesterol como também aumentam o percentual de triglicérides e diminuem o nível de bom colesterol.

Uma forma de combater as gorduras trans é substituir as gorduras hidrogenadas contidas nos alimentos por gorduras naturalmente sólidas, como o óleo de palma (também conhecido como óleo de dendê). 
Como uma das fontes mais ricas em vitamina E, o óleo de palma permite a redução de colesterol circulante, entre outros benefícios à saúde. Com a extração e o refino feitos fisicamente, sem o uso de solventes químicos, o produto resultante fica livre de ácidos graxos trans.
Com uma postura vanguardista, a Agropalma, maior produtor de óleo de palma do Brasil, vem investindo na cultura da palma desde o início da década de 80. A empresa mantém uma área de plantio de mais de 30 mil hectares, no interior do Pará (região que, pelo clima, é bastante favorável para o cultivo da palma), e comercializa uma linha zero trans composta por margarinas, cremes e gorduras vegetais de palma.

Esses produtos são comercializados tanto no mercado interno, para grandes indústrias alimentícias, como no Exterior, principalmente para Europa e, agora, Estados Unidos.

A nova regulamentação norte-americana já está tendo seus reflexos no Brasil. Tanto que na semana passada, a Prefeitura do Rio de Janeiro baixou dois decretos. Um deles determina que os alimentos fabricados e vendidos no município deverão trazer no rótulo a especificação das quantidades de gordura trans por porção de alimento. O outro decreto obriga as redes de fast food a afixar tabelas visíveis com a quantidade de calorias e de nutrientes dos seus lanches, ao lado dos valores recomendados mundialmente.

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