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Educação Alimentar

Fonte: CozinhaNet

Conceito:
A Educação Alimentar é um processo que envolve a transferência de informação, o desenvolvimento de atitudes e a modificação de práticas alimentares, quando necessários para a promoção do bom estado de nutrição e saúde de um indivíduo ou grupo. É evidente que, a Educação Alimentar não significa apenas a aquisição de conhecimentos técnicos, mas sim sua transformação em um novo comportamento.

Responsabilidade do Profissional da Nutrição em Educação Alimentar:
Sendo o Brasil um país de grandes contrastes; país de desnutridos e com imensos recursos inaproveitados, tanto qualitativos como quantitativos; um dos caminhos que se apresenta para solucionar o problema da alimentação é a educação alimentar. O profissional da nutrição tem por obrigação, ensinar a todos em qualquer oportunidade, com os meios disponíveis.

Ensinar a população a se alimentar corretamente é muito difícil, pois sempre há negativistas que tentam neutralizar este esforço dizendo: “De que serve estar falando de boa alimentação para gente tão pobre que não tem o que comer?”. O profissional tem, então necessidade de responder com argumentos capazes de convencer as pessoas assim descrentes.

Importância da Educação Alimentar:
A saúde do ser humano depende de sua alimentação e os desvios nutricionais, por carência ou por excesso, constituem graves problemas nas sociedades atuais.

Os problemas nutricionais são condicionados por fatores físicos, biológicos, psicológicos, sócio-econômicos e culturais. O poder aquisitivo por exemplo, é um fator determinante do consumo alimentar, porém, os componentes educativos são também importantes, pois, nem sempre o aumento de renda se traduz em melhoria de consumo.

A Educação Alimentar assume, pois, papel relevante no problema, levando as pessoas a empregar, da melhor maneira possível, o pouco dinheiro de que dispõe para a sua alimentação.

Princípios Básicos da Educação Alimentar:
Se adotarmos a definição de aprendizagem como: mudança de comportamento; devemos nos preocupar com os tipos de mudanças que pretendemos realizar em nosso público alvo. Essas mudanças, provocadas pela Educação Alimentar, podem situar-se em três campos:
1. Campo do Conhecimento: que se traduz como resultado de informação, ou seja, evocação por memória de idéia, materiais ou fenômenos.
2. Campo da Habilidade: é a capacidade de aplicar, em uma situação nova, os conhecimentos adquiridos, ou de usar nesta situação uma técnica já empregada.
3. Campo das atitudes: as mudanças são traduzidas pela capacidade de escolher e decidir. É conduta que deverá merecer especial atenção dos educadores, pois, não se obtêm atitudes duradouras senão a médio e longo prazo.

A Educação Alimentar deve realmente conduzir a uma mudança de comportamento no campo das atitudes, e não a uma simples aquisição de informações. Para isso, é necessário que o educador em nutrição preocupe-se em:
- transmitir a informação mínima necessária para que os indivíduos tenha um comportamento alimentar correto;
- atingir todos os níveis da população;
- ser adequada à população e utilizar, ao máximo, os recursos da comunidade;
- avaliar os programas em termos de mudanças comportamentais;
- procurar mudar apenas aquelas práticas realmente prejudiciais à saúde dos indivíduos.

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